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domingo, 6 de outubro de 2013

Declaração de Ceni sobre a próxima batalha contra Cruzeiro


(Foto: Reprodução / Rubens Chiri)

Rogério Ceni recebeu o terceiro cartão amarelo neste sábado, na falta cometida dentro da área sobre o atacante Dinei, que resultou no primeiro gol do Vitória, marcado de pênalti por Juan. O goleiro reclamou muito da arbitragem (veja o vídeo ao lado)e está fora do duelo de quarta-feira, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Mesmo assim, após a vitória por 3 a 2 diante dos baianos, ele garantiu que vai viajar até Belo Horizonte para ficar com o time.

– Eu vou estar fora do jogo, mas não vou deixar de ir – avisou.

A ideia do capitão tricolor é viajar para Belo Horizonte na quarta-feira, depois de realizar as suas atividades normais no CT pela manhã. Ele garante que isso não vai atrapalhar a sua rotina de treinos. Seu retorno ao gol será no próximo domingo, no Morumbi, no clássico contra o Corinthians.

– Eu vou na quarta, por minha vontade mesmo. Vou com meus recursos próprios, não precisa me pagar passagem, essas coisas... Sei que dentro de campo eu não vou ter nenhuma influência, mas quero estar junto dos meus companheiros neste momento – avisou.

Rogério Ceni lamentou sua suspensão por dois motivos: primeiro porque ele possui um histórico muito favorável nos jogos contra a Raposa. Segundo, porque não terá a chance de atuar no Mineirão após a reforma para a Copa do Mundo. O jogo contra o Atlético, o outro time de Minas, foi realizado no estádio Independência.

– O Cruzeiro é o favorito, é o grande time do campeonato, mas já vimos muitas coisas acontecerem este ano. Historicamente, o São Paulo costuma se dar bem contra eles. Eu mesmo tenho um retrospecto favorável, acho que perdi uma vez só nos últimos 19 jogos contra o Cruzeiro. Mas o momento que cada time vive é bem diferente: eles são os virtuais campeões e nós estamos lutando contra o rebaixamento. Provavelmente vamos sofrer, mas se a gente sair de lá com pelo menos um ponto é algo muito importante – analisou o capitão, que emendou:

– Não vou jogar no estádio reformado, mas pelo menos vou colocar meu pé no gramado.


Fonte: Globoesporte.com

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Muricy em seu primeiro dia de trabalho

(Foto: Reprodução / Marcos Ribolli)


Muricy Ramalho não quer perder tempo para tentar ajustar o São Paulo no Campeonato Brasileiro. Logo no primeiro treino no retorno ao clube, o técnico realizou um coletivo visando a partida contra a Ponte Preta, quinta-feira, às 21h, no Morumbi.

Depois de conversar com os titulares no campo, o comandante manteve o esquema 4-2-3-1 usado por Paulo Autuori nas rodadas passadas, mas montou a equipe com duas mudanças em relação à derrota por 2 a 0 para o Coritiba, domingo, no Couto Pereira.

Os volantes Wellington, com um problema digestivo, e Fabrício perderam as posições. Entraram Denilson, recuperado de uma cirurgia no joelho direito, e Maicon. Ganso foi o único armador. Jadson ficou no time reserva.

Aloísio, pela direita, e Lucas Evangelista, pela esquerda, se alternaram entre o meio de campo e o ataque. Luis Fabiano foi o único homem mais avançado no setor ofensivo, mas recebendo o auxilio dos “pontas”.

Na defesa, Muricy manteve o volante Rodrigo Caio improvisado na zaga ao lado de Antônio Carlos. O zagueiro Paulo Miranda continuou na lateral direita, com Reinaldo na esquerda. Pouco tempo depois, Rodrigo Caio e Paulo Miranda trocaram de posição.

A formação foi a seguinte: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Reinaldo; Denilson, Maicon, Lucas Evangelista (depois Welliton), Ganso e Aloísio; Luis Fabiano.

O time reserva treinou com: Denis, Caramelo, Rafael Toloi, Edson Silva e Clemente Rodríguez; Fabrício, João Schmidt e Jadson; Silvinho, Ademilson e Negueba.

Na segunda parte do trabalho, Muricy optou por uma atividade de finalizações. O próprio treinador fazia os cruzamentos para a área. Os jogadores tinham de cabecear ou dominar e finalizar. A cada acerto, o comandante gritava “Boa, garoto!”. Nos erros, se calava. Em seguida, alguns atletas, principalmente o goleiro Rogério Ceni, bateram faltas.

Fonte: Globoesporte.com

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

OFICIAL: Autuori demitido e Muricy será o novo técnico

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

O São Paulo trocou o técnico dos terceiros títulos da Libertadores e do Mundial de Clubes pelo tricampeão brasileiro. Nesta segunda-feira, a diretoria anunciou a demissão de Paulo Autuori e a contratação de Muricy Ramalho, que inicia seu trabalho na tarde desta terça-feira, no CT.

Os péssimos resultados derrubaram Autuori nesta sua segunda passagem pelo clube. Em 17 jogos, foram dez derrotas, quatro empates e três vitórias, 25% de aproveitamento - rendimento de time rebaixado. Não à toa, o São Paulo ocupa a zona da degola no Brasileirão há 11 rodadas. O histórico vitorioso não foi suficiente para mantê-lo no cargo. Autuori comandou o Tricolor nos títulos da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2005, mas não conseguiu fazer o time reagir no Brasileirão. Ironicamente, foi o próprio Muricy quem o substituiu na virada de 2005 para 2006 - na época, Autuori pediu demissão para ir treinar o Kashima Antlers, do Japão.

A decisão da mudança no comando técnico foi tomada em reunião nesta segunda-feira, no Morumbi. Entre a notícia da demissão de Autuori e a contratação de Muricy foram poucos minutos - o técnico demitido pelo Santos em maio já havia falado diversas vezes que aceitaria voltar ao São Paulo tão logo fosse chamado. Muricy, aliás, era o favorito da torcida para substituir Ney Franco em julho, mas a diretoria preferiu Autuori. A mudança de comando agora mostra o arrependimento na aposta.

Contra a Ponte Preta, quinta-feira, no Morumbi, Muricy já deverá comandar a equipe. O jogo é um confronto direto na luta contra o rebaixamento, já que o Tricolor, com 18 pontos, é o 18º colocado, e a Macaca é a 19ª com 15.

Fonte: Globoesporte.com

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Jogando no Morumbi, São Paulo não mantém retrospecto favorável

São Paulo no Morumbi não é garantia de vitória
(Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)


Muito da fraca campanha do São Paulo neste Brasileirão se deve ao fato de o time ter um péssimo retrospecto quando atua em casa. A derrota para o Criciúma por 2 a 1, quinta-feira à noite, foi a sexta nas nove partidas que o Tricolor foi mandante na competição nacional. Somando só duas vitórias e um empate em casa, o aproveitamento são-paulino no Morumbi é de apenas 25,9%, um número digno de quem briga contra o rebaixamento. Só o lanterna Náutico tem média inferior como mandante: 18,5%.

O curioso é que, no ano passado, o São Paulo teve ao lado do Atlético-MG o melhor rendimento como mandante, com 82,46% dos pontos conquistados. E muitos dos jogadores daquele time permanecem formando a espinha dorsal da equipe, como Rogério Ceni, Luis Fabiano, Jadson e Wellington.

Os jogadores lamentam a queda de produção e prometem tentar mudar o panorama. A torcida espera que isso aconteça já no próximo confronto do time no Morumbi, diante da Ponte Preta, na próxima quinta-feira. Antes disso, porém, haverá um compromisso fora de casa, contra o Coritiba, domingo, em Curitiba. E se também não está brilhando como visitante neste Brasileirão, ao menos o Tricolor conquistou 11 dos seus 18 pontos nessa condição.

– É complicado você não conseguir ir bem em casa e ir melhor fora. Nós temos de resolver isso, porque sempre foi muito importante garantir os pontos jogando no Morumbi. Nós vínhamos em uma sequência boa e precisamos retomar isso – disse o zagueiro Rafael Toloi.

Luis Fabiano, que teve participação pífia na derrota para os catarinenses, deixou evidente a sua chateação com os resultados adversos no Morumbi. E ponderou que, como a situação está ruim, o melhor é garantir pontos longe da capital paulista.

– Nós vamos ter de correr fora de casa e conquistar os pontos, porque em casa está mesmo complicado. Mas isso precisa mudar alguma hora para sairmos dessa situação. Eu espero que seja nas próximas rodadas – disse o atacante.

Questionado sobre o desempenho sofrível da sua equipe quando atua no Morumbi, o técnico Paulo Autuori lembrou que o São Paulo havia vencido, no seu estádio, a partida anterior ao revés para o Criciúma: 2 a 1 sobre o Fluminense, no dia 25 de agosto. E o comandante também aproveitou para valorizar o apoio da torcida são-paulina.

– Contra o Fluminense não foi complicado (jogar em casa). E ainda temos de falar do apoio da nossa torcida. Não foi hoje (quinta-feira) que a torcida apoiou. Foi sempre. Não é só o fato de jogar bem ou não em casa, pois quando a instabilidade bate, você perde qualidade, dentro ou fora de casa – disse Autuori.

Fonte: Globoesporte.com

Aloísio quer ser o novo cobrador de pênaltis


(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

O atacante Aloísio se colocou à disposição do técnico Paulo Autuori para ser o novo cobrador de pênaltis do São Paulo. Após o goleiro Rogério Ceni perder o terceiro consecutivo, o quarto seguido do Tricolor, o treinador admitiu a possibilidade de mudar novamente.

- Se precisar do Rogério, ele vai bater de novo. Ele é uma grande pessoa e um grande batedor. Se o Autuori optar por mim, vou treinar para bater – afirmou o jogador.

O “Boi Bandido”, aliás, queria ter cobrado o pênalti desperdiçado por Ceni diante do Criciúma, quinta-feira, no Morumbi. Depois de ser derrubado pelo goleiro Galatto, ele pegou a bola, se posicionou para chutar, mas o goleiro teve o aval de Autuori para atravessar o campo e chutar.

- Peguei a bola para bater. Olhei para trás e vi que o Rogério não veio. Conversei com o Luis (Fabiano) e ele disse que não tinha problema. Depois, vi que o Rogério estava vindo. Na hora, pensei que estava entregando a bola para o melhor batedor, o cara que treina, que bate como ninguém há anos – contou.

A derrota em casa, a sexta no torneio, o São Paulo não consegue deixar a zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O Tricolor permanece com 18 pontos, na 18ª posição. O Fluminense, primeiro time fora do grupo dos quatro piores, tem 19.

Fonte: Globoesporte.com

Denilson recuperado de lesão


(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)


O técnico Paulo Autuori pode ganhar mais uma opção para escalar o São Paulo contra o Coritiba, domingo, às 16h, no Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro. O volante Denilson está recuperado da cirurgia que realizou no joelho direito e tem boas chances de, pelo menos, ser relacionado para compor o banco de reservas do Tricolor.

O jogador participou normalmente do treino dos reservas, nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda, e não mostrou limitações físicas. A decisão do treinador ficará para a atividade do sábado pela manhã, no mesmo local, pouco antes da viagem para o Paraná.

Titular em boa parte do primeiro semestre com o técnico Ney Franco, Denilson foi operado no dia 25 de julho para a correção do menisco lateral do joelho direito. Ele vem treinando desde a semana passada, mas só agora reúne condições de ser aproveitado em um jogo oficial.

Sem ele neste período, Paulo Autuori vem utilizando Fabrício na função, porém, o rendimento dele ainda não é dos melhores no Brasileirão. As outras alternativas do grupo são o garoto João Schmidt e o meia Maicon, que poderia atuar mais recuado.

O zagueiro Antônio Carlos, que cumpriu suspensão pela expulsão contra o Náutico, deve voltar na vaga de Rafael Toloi.

Fonte: Globoesporte.com

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Rogério Ceni pode ser punido pela CBF

Rogério Ceni, durante jogo do São Paulo contra o Botafogo 
(Foto: Dhavid Normando / Agência Estado)

Acusado de falta de "fair play" em lance do empate em 0 a 0 com o Botafogo, no domingo, e correndo até o risco de ser julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Rogério Ceni garantiu nesta segunda-feira que não fez nada de errado e que não há motivos para o caso ser levado a julgamento.
A polêmica se deu durante o segundo tempo do jogo no Maracanã. Na jogada, Ceni tem uma bola nas mãos durante um ataque do Botafogo e a lança para frente, fazendo com que a partida seja paralisada pelo árbitro Sandro Meira Ricci.
O procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, afirmou que o lance do jogo no Rio de Janeiro será analisado e pode ser denunciado. Ceni explicou que não pegou bola de fora do campo para interromper o lance - ele a tinha em mãos porque o gandula havia jogado para ele.
- A bola foi chutada, eu defendi a bola, o gandula jogou rápido para dentro de campo e ela veio para a minha mão. Eu não peguei bola fora de campo. Ele (Schmitt) não tem que analisar nada - defendeu-se Ceni, em entrevista no desembarque do time São Paulo em Recife, palco do jogo desta terça contra o Náutico, na Arena Pernambuco.
- Ainda é cedo para falar em punição, mas vamos analisar durante a semana. Pode ser enquadrado em qualquer artigo sobre simulação ou falta de disciplina - disse Schmitt.
Na transmissão da TV Globo, o comentarista de arbitragem Leonardo Gaciba afirmou que o goleiro do São Paulo deveria ter sido punido com o cartão amarelo. Para ele, o árbitro Sandro Meira Ricci preferiu não se complicar e mandou voltar o lance da falta a favor do Botafogo, que iniciou a confusão.
No desembarque do Tricolor em Recife, cerca de 40 torcedores esperavam a equipe. Os jogadores passaram tranquilamente pelo saguão. Rogério Ceni foi o mais assediado, parou e tirou fotos com praticamente todo mundo que pediu. O jogo desta terça reúne as duas piores equipes do Brasileirão até agora - o São Paulo é o penúltimo com 15 pontos, e o Náutico segura a lanterna com oito.

Fonte: Globoesporte.com

domingo, 1 de setembro de 2013

Kaká no São Paulo

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

O desejo de Kaká de deixar o Real Madrid animou bastante a diretoria do São Paulo. Por enquanto, não há proposta para o meio-campista retornar ao clube, mas o presidente Juvenal Juvêncio, a cúpula do futebol e o departamento de marketing estão acompanhando de perto os próximos passos dados por ele na Europa. Pesa contra competir com os altos salários pagos no Velho Continente.

O fim de semana será decisivo para determinar a postura adotada pelo Tricolor. Caso Kaká não encontre um novo clube até o fechamento da janela de transferências na Espanha, segunda-feira, os são-paulinos começarão a agir para viabilizar a negociação. O retorno, porém, só poderia acontecer a partir de janeiro, já que os clubes brasileiros não podem mais contratar atletas vindos do exterior nesta temporada.

- É óbvio que temos total interesse que ele volte a jogar aqui no futuro. Ele tem um grande ambiente, mostrou sua qualidade, e a torcida tem um respeito muito grande por ele. O Kaká foi formado no social do São Paulo, está conosco desde garotinho. Vamos ver - disse o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes.

O maior obstáculo para os dirigentes será o acerto financeiro pela concorrência com outros times europeus, além de centros abonados, como os Estados Unidos e o Oriente Médio. Kaká teria de abrir mão de parte dos vencimentos para se adequar à política salarial do Tricolor. Historicamente, o São Paulo é visto por jogadores e empresários como um clube “pão duro” por não fazer loucuras para se reforçar. Por outro lado, o Real Madrid cogita liberar o jogador de graça, o que facilitaria muito para o Tricolor.

(Foto: Reprodução / jblog.com.br)

A solução está em buscar parceiros que possam custear parte do dinheiro. O São Paulo conseguiu atrair investidores para contratar o zagueiro Lúcio e o centroavante Luis Fabiano. Com o atacante, porém, a parceria não está dando certo. Os grupos responsáveis por pagar uma porcentagem dos salários do Fabuloso atrasaram as cotas, e o Tricolor acabou assumindo a dívida com o atleta.

- Temos clareza que a questão financeira nos distancia muito dessa possibilidade. As remunerações são muito elevadas. Se essa questão puder ser contornada, sem dúvida que temos interesse no Kaká - ressaltou Lopes.

A boa relação do jogador com os são-paulinos é o ponto positivo para um possível retorno. Kaká tem amizade com vários integrantes da diretoria e de outros funcionários do clube. Alguns deles já entraram em contato com o jogador para saber o que ele pretende fazer.

Segundo a imprensa europeia, o destino do meio-campista deve ser o Milan, clube em que viveu o melhor momento como profissional. O acerto precisa ser rápido. Se não for, o Morumbi está aberto para a volta de um de seus filhos mais ilustres.




Fonte: Globoesporte.com

Novo Xerife Tricolor será titular


Antonio Carlos deverá ser titular contra o Botafogo
(Foto: Site oficial do São Paulo FC)

O técnico Paulo Autuori não confirmou, mas deu todas as pistas de que Antônio Carlos venceu a disputa com Rafael Toloi por uma vaga na zaga do São Paulo no jogo contra o Botafogo, domingo, no Rio. Após o treino desta sexta-feira pela manhã, no CT da Barra Funda, o treinador confirmou também as entradas de Osvaldo e Lucas Evangelista nas vagas de Luis Fabiano, suspenso, e Ademilson, com uma lesão no tornozelo direito.

- O Antônio conhece bem o adversário e tem muita experiência. Existe a chance de ele começar a partida, sim. Muita (chance), não é pouca, não - afirmou o comandante.

Esta será a primeira partida de Antônio Carlos como titular no novo clube. Contratado do Botafogo há duas semanas, ele estreou no segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, no último domingo, no Morumbi. Toloi, que vem alternando boas e más atuações no Campeonato Brasileiro, ficará como opção. Assim, o volante Rodrigo Caio segue improvisado na função.

- O Toloi está treinando muito bem. O que passo para o grupo é que nos dias de hoje não dá para ficar preocupado só com aqueles que começam o jogo. Quero que uma pequena vitória de um deles seja uma vitória do coletivo. Não vou deixar ninguém se abater - ressaltou.

No ataque, mais duas alterações. Osvaldo assume a vaga de Luis Fabiano, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Já o garoto Lucas Evangelista fica com o lugar de Ademilson, lesionado. Aloísio, que seria o reserva imediato, também foi punido com a terceira advertência no fim de semana.

O Tricolor atuará no esquema 4-2-3-1. Lucas ficará aberto pelo lado direito, com Ganso centralizado e Jadson pela esquerda na linha que antecede o ataque. Osvaldo será um pivô com liberdade de movimentação para a chegada dos meio-campistas.

A formação é a seguinte: Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Reinaldo; Wellington, Fabrício, Jadson, Ganso e Lucas Evangelista; Osvaldo.

Fonte: Globoesporte.com

São Paulo Campeão da Copa do Brasil

(Foto: Arte/SPFC24horas/RC Eterno)

Foi uma atuação sem o brilho dos outros jogos, mas consistente. E o São Paulo venceu de novo o Flamengo, na partida de volta da final, e sagrou-se campeão da primeira Copa do Brasil Sub-17. Fez 3 a 1 na noite deste sábado no Moacyrzão, em Macaé (RJ), depois de ganhar por 2 a 0 no Morumbi. Os rubro-negros até saíram na frente, com gol do zagueiro Wellington, mas os tricolores empataram três minutos depois, com Ewandro, e marcaram outros dois já no fim do jogo, com Felipe Araruna e Luiz Araújo. Todos os gols saíram na etapa final.
Jogadores do São Paulo comemoram um dos gols em Macaé (Foto: site oficial do São Paulo FC)

Comandando por Caio Rangel, o Fla tomou a iniciativa e teve o domínio da partida na maior parte do tempo, mas não conseguiu transformar sua superioridade em gols. Bem armado, o São Paulo soube esperar o momento certo e, com o desespero do time carioca por marcar gols e a velocidade de Ewandro, conseguiu a vitória já nos minutos finais.

Flamengo domina, mas peca nas finalizações

Precisando inverter a vantagem do São Paulo, o Flamengo começou o jogo pressionando. O ritmo forte, imprimido principalmente pelo meia Caio Rangel, porém, não foi revertido em boas jogadas. A primeira chance clara de gol apareceu somente aos 16 minutos. Cafu arriscou de longe, e Eder realizou grande defesa. No rebote, o ataque do Fla ia marcando, mas o bandeirinha sinalizou o impedimento.

A resposta do Tricolor veio dois minutos depois. Ewandro recebeu belo lançamento de trivela, arrancou em velocidade, mas, na hora finalização, pegou muito mal e isolou a bola. Após a primeira metade da etapa inicial, o jogo ficou mais pegado. Alguns lances duros foram protagonizados por jogadores das duas equipes, e quatro amarelos, distribuídos.

Os times até criavam, mas esbarravam nas fracas finalizações. Somente aos 42 minutos um novo lance de perigo aconteceu. Cafu cobrou falta venenosa, a bola passou por todo mundo e quase enganou o goleiro Eder. A jogada animou o Fla, que seguiu pressionando até o fim do primeiro tempo, mas não conseguiu transformar seu domínio em gols.

São Paulo aproveita o desespero carioca e mata a partida

Assim como no primeiro tempo, o Flamengo pressionou o Tricolor nos minutos iniciais. E, de tanto insistir, abriu o placar aos 21 minutos. Após cobrança de escanteio, a zaga do São Paulo afastou mal, e a bola sobrou para Wellington, que fuzilou para o gol e colocou os cariocas na frente. Porém, a vantagem não durou muito tempo. Aos 24, Ewandro roubou bola de Lincoln no meio de campo - o zagueiro era o último homem - e deixou tudo igual em Macaé.

O gol foi uma ducha de água fria nas ambições rubro-negras. O Fla até continuou tentando, mas precisava de mais três gols para ser campeão. E viu o São Paulo bem fechado, administrando o resultado, até conseguir virar o jogo aos 42 minutos. Felipe Araruana arriscou de fora da área e acertou no cantinho, sem chances para o goleiro Thiago. Nos acréscimos, ainda deu tempo de fazer o terceiro. Luiz Araújo, que entrou no lugar do atacante João Paulo, recebeu boa bola na direita, limpou o goleiro e chutou no alto para dar números finais à partida. A essa altura, os jogadores são-paulinos já comemoravam o título na beira do gramado.

A trajetória do Flamengo na competição foi uma das mais complicadas. Passou por Avaí, Internacional, Corinthians e Ponte Preta, até perder para o São Paulo na final. Já o Tricolor eliminou Criciúma, Sport, Coritiba, Fluminense e o próprio Rubro-Negro para se tornar o primeiro time campeão da Copa do Brasil Sub-17.

O Flamengo, comandando pelo técnico Celso Martins, jogou com Thiago, Ronaldo, Wellington, Lincoln e Victor; Daniel, Herson e Caio Rangel; Michel, Felipe Vizu e Cafu.

O São Paulo do treinador Menta atuou com Eder, Auro, Lucas Silva, Lucas Kal e Gabriel Machado; Gustavo Hebling, Felipe Aruna, Matheus Queiroz e Gabriel Boschilia; Ewandro e João Paulo.




Fonte: Globoesporte.com

Chegou a hora da maratona

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)


O São Paulo ainda aparece entre os quatro piores, mas o técnico Paulo Autuori começa a sonhar com dias melhores no Campeonato Brasileiro. Depois da vitória sobre o Fluminense e da melhora de rendimento da equipe, o treinador acredita que a maratona de jogos que fechará o primeiro turno na próxima semana vai determinar o futuro do clube na competição.

- Essa semana vai direcionar muito aonde podemos chegar. Acho que temos condições de passar por essa semana difícil, de fazer um segundo turno de muita qualidade e de bom rendimento.

Com 14 pontos, em 18º lugar, o Tricolor vai enfrentar em um curto espaço de tempo times que brigam pelas primeiras posições e outros que lutam para também sair da degola. Neste domingo, o adversário é o vice-líder Botafogo, às 16h, no Maracanã.

Em seguida, pega o lanterna Náutico, terça-feira, às 21h, na Arena Pernambuco, no Recife. Na quinta, encara o Criciúma, às 21h, no Morumbi, e fecha a série diante do Coritiba, no domingo seguinte, às 16h, no Couto Pereira.

- Estamos preparados. Tentamos aproveitar o período de treinamentos da melhor maneira possível. A equipe está trabalhando muito bem. Logicamente, ela ganhou confiança depois da vitória, e isso se reflete na execução das jogadas e nos treinos – ressaltou.

Apesar da confiança, Autuori voltou a reclamar do calendário do futebol brasileiro. O São Paulo teve mudanças na tabela de jogos em virtude da excursão que fez por Alemanha, Portugal e Japão no início do mês. O clube ainda tentou mudar novamente as datas, mas não foi atendido pela CBF.

- Tudo na vida tem o lado positivo e negativo. Pode ser uma coisa boa. O que está errado é o calendário. Isso tem de ser falado todo dia. É ruim para todo mundo, vulgariza o futebol se você jogar toda hora. É impossível manter um nível de intensidade.

Fonte: Globoesporte.com