quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Rogério Ceni X Adalberto do quê mesmo ?!?!?!

(Foto: Arte / SPFC 24horas / RC Eterno)

Novamente Adalberto Baptista perdeu a grande oportunidade de ficar calado, ficar tranqüilo na sala dele realizando o trabalho que lhe compete. Mas não, resolveu dar uma entrevista ao Lance para, novamente, tentar desestabilizar o clima dentro da equipe.

Atacando o maior ídolo da história Tricolor, ele não só mostra ser contra, como age contrariamente ao que pensa a imensa maioria que, verdadeiramente, ama o São Paulo Futebol Clube e que tem Rogério Ceni como um divisor de águas dentro do clube. O Capitão tem todo direito de reivindicar, mandar, aconselhar, liderar, enfim, ele mais do qualquer outro atleta conquistou essa condição ao longo de 22 anos de dedicação, suor e sangue.

Se colocando contrário ao Ceni em detrimento de ney Franco, ele deixa claro que foi o responsável por mantê-lo no cargo por tanto tempo, mesmo com a equipe caindo em crise, insistiu no treinador que é um dos maiores responsáveis pela má fase que hoje enfrentamos. Só lamento a imprensa dar tanta atenção a matéria de um jornal sensacionalista que gosta de vender polêmicas e, ultimamente, tem enfatizado demais tudo que ocorre de negativo no Tricolor com o único intuito de promover sua vendas. É uma pena.

Contudo, compete a nós torcedores ignorarmos Adalberto`s, Ney`s e quem quer que tente arranhar a imagem de Rogério Ceni. Cabe a nós, e somente a nós idolatrá-lo por tudo que representa para cada são-paulino espalhado pela face da terra. Temos sim é que nos preocuparmos em organizar a maior festa de despedida que um atleta já teve na história do futebol, e nos lembrarmos que, daqui há alguns meses, quando acordarmos sabendo que àquele guerreiro de 40 anos de idade não estará mais debaixo das traves em jogos do Tricolor, isso sim será motivo para nos entristecermos, porque a cada dia que passa é um a menos para o M1TO jogar e um a mais para figurar na eternidade de nossos corações.


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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Cansado, mas otimista, Tricolor encara o Criciúma

( Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net )

Sem tempo para descansar ou poder treinar, o Tricolor entrará em campo novamente nesta quinta-feira (5), às 21h, no Morumbi. Pouco depois de bater o Náutico, por 1 a 0, na última terça-feira (3), o São Paulo enfrentará o Criciúma. E se a maratona de jogos assusta, já que no último domingo a equipe encarou o Botafogo (0 a 0), a sequência de bons resultados é a grande motivação do time são-paulino.
Invicto há cinco jogos, os comandados do técnico Paulo Autuori entrarão em campo esta noite, diante de sua torcida, com a missão de deixar a zona do rebaixamento. Com 18 pontos em 17 jogos, o Tricolor poderá subir na tabela e respirar um pouco mais aliviado na competição nacional. E para que isso possa acontecer, o goleiro Rogério Ceni quer que o São Paulo mantenha a mesma pegada das partidas anteriores.
"É a hora da superação, dedicação e luta. Como eu vi em alguns jornais que o Aloísio disse, se não dá na técnica, tem que ser na vontade. A gente conta muito com o apoio do torcedor, que é o combustível para que a equipe supra a sequência de jogos tão próxima uma da outra", avaliou o capitão da equipe.
Além dos torcedores e da boa fase do time, o São Paulo ainda contará com um reforço importante. Após cumprir suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo, o meio-campista Jadson está confirmado para o confronto, válido pela 18ª rodada. O jogador não encarou o Timbu e, assim, ganhou atenção especial da comissão técnica para enfrentar os catarinenses. Vale lembrar que o zagueiro Antonio Carlos, que acabou expulso na Arena Pernambuco, está fora do duelo.

Rogério Ceni convoca Torcida Tricolor

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(Foto: Reprodução / Allejo.com.br)

Os jogadores do São Paulo chegaram à capital paulista após vitória contra o Náutico, nesta terça-feira (03) por 1 a 0. Apesar do cansaço nenhum atleta foi liberado e todos seguiram no ônibus do clube diretamente para o C.T. da Barra Funda, onde fizeram treinamento regenerativo e permanecem concentrados até quinta-feira (05), para o jogo contra o Criciúma, no Morumbi.

Assim que desembarcou, Rogério Ceni perguntou se havia alguma novidade para a próxima partida, já que o sindicato dos atletas prometeu entrar na justiça para impedir a realização do jogo que não obedecia ao período mínimo de descanso, mas após ouvir a resposta negativa, ele enalteceu a garra da equipe e convocou a torcida para ajudar o time.

“Não tem tática, não tem técnica. Como disse o Aloísio, é hora da superação. E, para isso, a força do nosso torcedor é importante demais. Todos viram o quanto eles ajudaram na vitória sobre o Fluminense. Nosso momento é bom, bem melhor do que no início do campeonato, mas ainda não temos o direito de tropeçar. Por isso, precisamos sair de campo com a vitória”, ressaltou o capitão da equipe.

O Tricolor tem 18 pontos e com uma vitória sobre a equipe catarinense deixará as últimas quatro posições na tabela já que pode chegar a 21 pontos, contra 20 do Criciúma. Para a partida, Paulo Autuori deverá mudar alguns jogadores em virtude do desgaste físico, dando oportunidade a outros que não vinham atuando, mas só momentos antes do confronto divulgará a lista de titulares.

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Um manto diferente



Em 4 de Setembro de 1966, o São Paulo entrou em campo pra enfrentar o Comercial de Ribeirão Preto. 

O jogo era pelo Campeonato Paulista, a partida foi realizada no Morumbi, o Mais querido venceu por 3 a 0, com um gol de Paraná e dois de Prado.
O que surpreendeu a todos foi o uniforme com que o time se apresentou, a camisa com três faixas verticais largas, preta, branca e vermelha, com o emblema do São Paulo ao centro do peito, foi idealizada pelo jornalista Paulo Planet Buarque. Na época conselheiro e Diretor do Departamento de Futebol do Tricolor, ele criou o novo uniforme por não gostar da camisa numero dois, listrada. Brasil Vita, outro conselheiro, o convenceu a desistir da ideia.
Naquele ano, o novo modelo foi utilizada em mais 9 partidas do campeonato paulista:

10.09.1966 São Paulo - 2x0 Guarani
30.10.1966 São Paulo - 2x1 Santos
10.11.1966 São Paulo - 3x1 Portuguesa Santista
16.11.1966 São Paulo - 2x2 Prudentina
20.11.1966 São Paulo - 0x0 Guarani
01.12.1966 São Paulo - 2x2 Botafogo (RP)
04.12.1966 São Paulo - 2x1 small club
10.12.1966 São Paulo - 1x1 São Bento
15.12.1966 São Paulo - 0x3 Time da Pompéia

No ano passado a SAO Store, lançou uma linha retrô, e a camisa perdida reapareceu.



Manto vendido no ano passado

Pós-jogo: São Paulo 1 X 0 Náutico


(Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Finalizações são escassas no primeiro tempo

Na etapa inicial, a primeira jogada incisiva ocorreu aos 12 minutos, onde Tiago Real chutou forte para a defesa de Rogério Ceni, que tocou para escanteio e na sequência Willian Alves obrigou o capitão a se esticar para defender. Já o primeiro chute à gol do Tricolor ocorreu aos 16 minutos com batida forte de Rodrigo Caio para defesa tranquila de Ricardo Berna. Depois Reinaldo, aos 26, chutou na diagonal com perigo, mas Berna fez defesa segura.

Aos 37, Luis Fabiano recebeu a bola na mesma linha que Tiago Real e tocou por cima do goleiro marcando o gol, mas o bandeirinha apontou impedimento. No lance seguinte, após cobrança de falta, Antonio Carlos subiu mais que os zagueiros adversários e cabeceou para fora. Já nos acréscimos, Morales cobrou falta da entrada da área, mas Rogério só acompanhou a saída de bola.

Segunda etapa mais movimentada e um gol heróico

Tanto Náutico quanto São Paulo entenderam que o empate não era bom resultado para nenhuma das duas equipes, por isso na segunda etapa entraram o atacante Rogério no lugar de Morales pelo Timbu, Negueba substituiu Lucas Evangelista e Aloísio no lugar de Ovaldo pelo Tricolor.

As alterações deram resultado imediato e, o jogo ficou mais aberto com chances claras para os dois lados. Aos 10 minutos, Douglas chutou forte de fora da área e exigiu elasticidade de Ricardo Berna. Aos 14 minutos, o atacante Rogério fico cara a cara com Ceni, mas isolou chutando para linha de fundo.

Em jogada ofensiva do Náutico, Antonio Carlos fez falta na entrada da área e recebeu cartão vermelho por ser o último jogador. Com um atleta a menos, o time pernambucano pressionou com jogadas mais decisivas, obrigando Paulo Autuori a tirar o Ganso para entrada de Maicon, compondo assim o meio de campo e recuando Rodrigo Caio para a zaga.

(Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Contudo, o São Paulo sofreu intensa pressão adversária e só aos 26 conseguiu levar perigo com chute forte de Negueba. Aí na sequência, ao 27, Aloísio recebeu cruzamento na área e chutou colocado sem chances de defesa para o goleiro: 1 a 0. Depois disso o quê se viu foi ataque contra defesa, e o São Paulo se defendeu até o fim, garantindo três pontos contra um adversário que briga diretamente para não cair.

O quê vale são os três pontos

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

Na partida contra o Náutico, estava em jogo não só a vitória, mas como a auto-estima da equipe do São Paulo que não poderia passar pelo vexame de perder para a pior equipe do Campeonato Brasileiro. Apesar de não agredir ofensivamente o adversário, o Tricolor jogou com inteligência buscando no contra-ataque surpreender a equipe pernambucana.

O técnico Jorginho ainda falou na transmissão que o Náutico jogaria por uma bola apenas, mas foi o Tricolor que precisou dessa bola para fazer seu único gol, já que com um jogador à menos, foi pressionado e mal conseguia criar. Nas poucas chances do adversário, Rogério Ceni se mostrou seguro fazendo boas defesas e até contando com a sorte em dado momento.

A verdade é que não importa se jogou bem ou mal são os três pontos com sabor de seis, já que o adversário também briga para não cair, que deve ser levado em consideração. A motivação com que os jogadores mostraram acreditar mesmo desfalcados, a garra, a dedicação, a entrega em campo, tudo isso são premissas de uma equipe que se encontra a cada partida, e saindo o mais rápido possível da zona de rebaixamento, poderá brigar de igual pra igual com todas as equipes almejando vôos maiores no Brasileirão e iniciando a Copa Sulamericana com espírito guerreiro, espírito Soberano.

Vamos São Paulo !!!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

São Paulo x Criciúma pode ser Adiada

Luis Fabiano tenta jogada sobre o Timbu ( Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net )


A partida contra os catarinenses, porém, pode ser adiada, já que o Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo entrou com uma ação na Justiça do Trabalho, alegando que o Tricolor entraria em campo num período inferior a 66 horas entre um jogo e outro. 

- A maratona é desgastante, é difícil jogar tantos jogos seguidos, mas o calendário é esse. Precisamos das vitórias e não tem outro jeito - comentou Luis Fabiano.
Para o Aloísio, autor do gol são-paulino contra o Náutico, a maratona é ruim e pode até atrapalhar o Tricolor, mas é fundamental que o time supere o cansaço e tente manter o ritmo.
- Vamos ter uma sequência de jogos difíceis pela frente, mas precisamos manter a pegada. e também manter a humildade para lutar por vitórias - comentou o centroavante.
Negueba, que entrou bem na segunda etapa, fez questão de ressaltar que a parte física fica prejudicada com tantos jogos seguidos.
- Temos de recuperar a parte física, pois a maratona está bastante complicada. Mas precisamos seguir o que foi definido e buscar sempre jogar o melhor - disse o jovem atacante.
Fonte: Globoesporte

São Paulo garante vitória com gol heróico

(Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Náutico e São Paulo, devido à posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, onde ambas as equipes estão na zona de rebaixamento, fizeram o jogo de "seis pontos" na tentativa de se reabilitarem na competição. Em partida realizada na Arena Pernambuco nesta terça-feira (3), pela 10ª rodada, o quê se viu foram duas equipes se respeitando muito e criando poucas chances de gols.

A alta temperatura ambiente e um meio campo congestionado atrapalharam a criação de jogadas ofensivas, e no primeiro tempo houveram poucas finalizações e muita disputa de bola. E num lance capital, o bandeirinha anulou injustamente o gol de Luis Fabiano, que recebeu a bola na entrada da área e na mesma linha de Tiago Real, tocou por cima de Ricardo Berna marcando o quê seria o primeiro gol.

Já na etapa complementar os dois times fizeram alterações visando aumentar o volume de jogadas ofensivas, e a partida estava equilibrada até a expulsão do zagueiro Tricolor, onde a partir daí a equipe do Náutico dominou a segunda etapa, mas em uma jogada de contra ataque a equipe paulista marcou seu gol e se segurou até o final.

(Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Aos 27 minutos, Aloísio recebeu cruzamento na área e chutou colocado sem chances de defesa para o goleiro. Depois disso o quê se viu foi ataque contra defesa e, o São Paulo se defendeu até o fim garantindo três pontos contra um adversário que briga diretamente para não cair.

Com a importante vitória fora de casa, o São Paulo sobe para 18 pontos e está há apenas um para sair da zona de degola. Já o Náutico continua com oito pontos na lanterna do Brasileirão. A próxima partida do Tricolor será contra o Criciúma, nesta quinta (05) às 21h, no Morumbi. 

São Paulo empresta jogador



Notícia veiculada no portal Globoesporte.com, afirma que o meio campo Rafinha, formado nas categorias de base do Tricolor pode ser cedido por empréstimo ao Ceará.
O jogador que está no São Paulo desde os 12 anos, fez sua estreia com o time principal no Paulista de 2012, ainda sob o comando do técnico Emerson Leão.
Na época chegou a declarar que tinha muito apoio do treinador:
"O Leão está acreditando no meu trabalho, me dando esta oportunidade de treinar em uma equipe que todos sonham. Sempre busquei isso. Chegou este momento e o intuito de todo jogador é poder ajudar ao máximo o clube que defende".
Com a saída de Leão o jogador pouco foi aproveitado, e hoje não está no elenco principal, segundo o vice-presidente e diretor de futebol do alvinegro Robinson de Castro, ainda faltam detalhes para que a negociação seja oficializada.
Não é a primeira vez que o jovem é cedido por empréstimo, ano passado jogou pelo Guarani na série B, e ficou em Campinas até o fim do Paulistão deste ano.



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Tanque de guerra Tricolor



Gino Orlando nasceu em São Paulo, em 3 de Setembro de 1929, começou a jogar futebol  em times amadores até entrar para o plantel da A.A Matarazzo.
Descoberto por olheiros foi levado à base do time da Pompéia em 1947, embora tenha ficado por lá até 1951, Gino só atuou quatro vezes oficialmente com a camisa verde, não chegou a marcar nenhum gol.
Depois de ser pouco aproveitado, foi sondado pelo XV de Jaú, e sem pensar muito trocou a capital pelo interior. Jogando com mais liberdade e menos pressão, seu futebol começou a evoluir, e foi a vez do Comercial de São Paulo se interessar pelo atacante.
Jogando ao lado de Dino Sani (que curiosamente passou pelos mesmos clubes de Gino) participou de uma das melhores equipes que o extinto clube da capital já teve, até que em 1952 o Mais Querido o contratou.
Logo em 53, foi campeão paulista, não era fácil para Gino jogar no ataque do Tricolor e ter que substituir Leônidas que tinha se aposentado em 1950.
Com um estilo trombador, fazia o gol da forma que desse, de bico, de canela, para ele feio era não converter o tento, suas atuações e seus gols foram aumentando, até que em 1956 foi convocado pra a seleção, chegou a marcar um gol de bicicleta contra Portugal.
O jogo aconteceu em 8 de Abril de 1956, o Brasil venceu a partida por 1 a 0, e até então os lusitanos nunca tinham visto a jogada, ficaram impressionado com o primeiro gol do estilo, marcado por um jogador de além mar.


Gino a direita, com a seleção



Titulo de 57, uma “tijolada” literal.

O segundo título de Gino foi o Paulista de 1957, embora o Tricolor tenha feito um começo de campeonato claudicante, conseguiu se recuperar na segunda fase, no jogo contra o time de Parque São Jorge, aconteceu um lance que marcou o campeonato. A partida era pela primeira fase, jogando no Pacaembu a peleja terminou empatada em 1 a 1, só que aos 23 minutos do segundo tempo, o ponta direito do Tricolor Maurinho calçou o lateral adversário Alfredo Polvo (havia sido contratado recentemente junto ao próprio São Paulo), a entrada acabou lesionando seriamente Alfredo, que fraturou a perna.
Começou então uma discussão acalorada entre Gino e Luizinho, que eram amigos, o bate boca parecia que tinha terminado ali mesmo dentro de campo, mas no dia seguinte Gino e  Luizinho tiveram a mesma ideia, e foram a casa de Alfredo visita-lo, Gino era grandalhão, tanto que tinha o apelido de tanque de guerra, e Luizinho como o próprio diminutivo supõe, não tinha chance de encara-lo numa briga, ao avistar o “tanque de guerra” saindo da residência, o “pequeno polegar” como era conhecido atirou um tijolo na testa de Gino, que sofreu um corte profundo, por incrível que pareça os dois voltaram a ser amigos. Manoel de Nóbrega que a época fazia um programa esportivo promoveu a paz entre os dois.
Os dois times voltaram a se enfrentar novamente e com a vitória de 3 a 1, o São Paulo ficou com o caneco, essa partida ficou conhecida como “a tarde das garrafadas”, mas isso é uma história para outro dia.

Gino com atadura pela tijolada que recebeu


Gino Orlando é o segundo maior artilheiro da história do clube, vestindo a nove, marcou 233 gols em 453 jogos, são 254 vitórias, 96 empates e 103 derrotas.
O atacante também está na lista dos que mais vestiram o manto, é o 11º na lista, tendo jogado de 52 a 62, esteve também na inauguração do Sacrossanto em 60, e foi o primeiro a acertar a trave.
O artilheiro deixou o São Paulo no fim de 1962, para defender a Portuguesa, em 64 se transferiu para o Juventus onde se aposentou em 66. Gino nunca escondeu seu fanatismo pelo Mais Querido, tanto que em 1969 foi escolhido para ser “prefeito” do Morumbi, cargo que ocupou até seu falecimento em 24 de Abril de 2003.
Gino Orlando conhecia o Sacrossanto como ninguém, quem o conheceu o rotulava como um homem modesto, educado e humilde, nem parecia sentir, ou saber da dimensão de ídolo que tinha.
E com uma de suas frases de humildade encerro esse texto:

“Quem tinha Maurinho na direito e Canhoteiro na esquerda, não poderia mesmo desperdiçar tantas chances criadas para marcar.”

Gino Orlando foi administrador do Sacrossanto até a morte em 2003 






Adalberto Baptista de volta à diretoria do São Paulo

( Foto: Anderson Rodrigues / Globoesporte )


Descontente com a saída de Adalberto Baptista do cargo de diretor de futebol, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, conseguiu recolocar o homem de confiança no clube. Agora, Baptista é diretor-secretário geral e faz parte da diretoria do clube que trabalha no Morumbi. Apesar de não ter mais ligação direta com o futebol, o ex-dirigente volta a marcar presença na gestão de Juvenal.
O ex-diretor de futebol ocupa agora o cargo que era de Affonso Renato Meira. Este, inclusive, ainda aparece no quadro de funcionários no site oficial do clube, mas já não está mais na função. Baptista deixou a cúpula do futebol no fim de julho, quandoentrou em conflito com Rogério Ceni. Juvenal chegou a dizer que Baptista vinha sofrendo ameaças, e por isso não tinha mais condições de seguir como diretor.

Fonte: Globoesporte

São Paulo enfrentará o Náutico com um desfalque e dois reforços

Autuori fará duas modificações na equipe para enfrentar o lanterna da competição 
(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

No domingo (01), o São Paulo iniciou sua maratona de quatro partidas em oito dias pelo Campeonato Brasileiro, onde empatou a primeira contra o Botafogo em 0 a 0. Hoje fará o segundo jogo contra o Náutico, que também encontra-se na zona de degola, e Paulo Autuori terá como principal desfalque a ausência de Jadson que foi suspenso pelo terceiro cartão amarelo e já está no treinando forte para a partida da próxima quinta (05) contra o Criciúma. 

Autuori elogia a evolução da equipe que, mesmo na zona de rebaixamento, não perde há quatro partidas e conseguiu estabilizar o sistema defensivo e, jogo após jogo, vem acertando o ataque com muita velocidade e competitividade. “A equipe está encorpando. Tivemos chances sim para vencer, controlamos o jogo e não sofremos. As poucas chances do Botafogo foram nos nossos erros”.

Aloísio e Luis Fabiano são os reforços

Aloísio e Fabuloso retornam ao Tricolor nesta terça-feira 
(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

Os dois principais artilheiros da equipe na temporada retornarão hoje, após cumprirem suspensão automática. Aloísio deverá iniciar a partida como opção no banco de reservas, já Luis Fabiano será o titular ao lado de Osvaldo. Fabuloso está otimista com o crescimento do time e acredita que com um pequeno ajuste ofensivo o time conseguirá crescer no Brasileirão.

“A postura mudou completamente. Está evidente que evoluímos e isso é importante. Estamos jogando melhor do que os nossos adversários e isso nos dá mais confiança. Está faltando um detalhe, que é justamente o gol, mas temos totais condições de consertar isso e crescer ainda mais”.
  
Welliton está em tratamento no Reffis

O atacante recém-contratado por empréstimo junto ao Grêmio, fez uma boa estréia no Maracanã, mas em uma disputa de bola dentro da área acabou lesionando o ombro e, como programado anteriormente, não participaria da partida no Recife de qualquer forma. Contudo, preocupa para as demais partidas já que nesta segunda (02) iniciou tratamento no Reffis para se recuperar o quanto antes, mas sem previsão de retorno.

Ficha Técnica
Local: Arena Pernambuco
Data: 03/09/2013
Horário: 21h00
São Paulo: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Reinaldo; Wellington, Ganso, Fabrício (Paulo Miranda) e Lucas Evangelista; Luis Fabiano e Osvaldo

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Rogério Ceni pode ser punido pela CBF

Rogério Ceni, durante jogo do São Paulo contra o Botafogo 
(Foto: Dhavid Normando / Agência Estado)

Acusado de falta de "fair play" em lance do empate em 0 a 0 com o Botafogo, no domingo, e correndo até o risco de ser julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Rogério Ceni garantiu nesta segunda-feira que não fez nada de errado e que não há motivos para o caso ser levado a julgamento.
A polêmica se deu durante o segundo tempo do jogo no Maracanã. Na jogada, Ceni tem uma bola nas mãos durante um ataque do Botafogo e a lança para frente, fazendo com que a partida seja paralisada pelo árbitro Sandro Meira Ricci.
O procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, afirmou que o lance do jogo no Rio de Janeiro será analisado e pode ser denunciado. Ceni explicou que não pegou bola de fora do campo para interromper o lance - ele a tinha em mãos porque o gandula havia jogado para ele.
- A bola foi chutada, eu defendi a bola, o gandula jogou rápido para dentro de campo e ela veio para a minha mão. Eu não peguei bola fora de campo. Ele (Schmitt) não tem que analisar nada - defendeu-se Ceni, em entrevista no desembarque do time São Paulo em Recife, palco do jogo desta terça contra o Náutico, na Arena Pernambuco.
- Ainda é cedo para falar em punição, mas vamos analisar durante a semana. Pode ser enquadrado em qualquer artigo sobre simulação ou falta de disciplina - disse Schmitt.
Na transmissão da TV Globo, o comentarista de arbitragem Leonardo Gaciba afirmou que o goleiro do São Paulo deveria ter sido punido com o cartão amarelo. Para ele, o árbitro Sandro Meira Ricci preferiu não se complicar e mandou voltar o lance da falta a favor do Botafogo, que iniciou a confusão.
No desembarque do Tricolor em Recife, cerca de 40 torcedores esperavam a equipe. Os jogadores passaram tranquilamente pelo saguão. Rogério Ceni foi o mais assediado, parou e tirou fotos com praticamente todo mundo que pediu. O jogo desta terça reúne as duas piores equipes do Brasileirão até agora - o São Paulo é o penúltimo com 15 pontos, e o Náutico segura a lanterna com oito.

Fonte: Globoesporte.com

Processos contra o Tricolor continuam




A notícia não é nova, foi divulgada pela primeira vez em Maio deste ano, mas sabemos que ao longo do tempo o futebol mudou muito, tanto dentro de campo quanto fora, com a Lei Pelé os jogadores ganharam mais dinheiro e os clubes mais contas.
Tenho como opinião que, antes o jogador não podia nada, a Lei Pelé veio libertar os atletas das mãos dos presidentes dos clubes, hoje o jogador pode quase tudo, e seus donos são os empresários.
Esses novos fatores passam desapercebidos pelo torcedor, e o direito de arena, ou direito de imagem, virou motivo de briga constante depois que os jogadores deixam as equipes. 
Basicamente se trata de repassar uma porcentagem dos direitos de transmissão pagos pela tv, para os jogadores por uso de suas imagens. 

Sempre considerei isso ridículo, o jogador recebe salários para atuar e treinar, e o fato de também ter que pagar ao atleta pelo fato de ele aparecer na tv deixa o clube com mais gastos, lembrando que os mesmos jogadores graças a essa exposição, ganham dinheiro com campanhas publicitárias, mas assim já está sendo feito e vai continuar.
No Brasil, jogador de futebol sempre foi tratado como criança, até pouco tempo atrás, os clubes em sua maioria pagavam o famoso "bicho" por vitórias nas partidas, além de receberem material esportivo de graça, e terem todo o acompanhamento necessário.

Mesmo assim, cada vez mais, atletas entram na justiça, cobrando dos clubes,  exigindo receber grandes quantias por que apareceram durante a transmissão dos jogos.
O Tricolor tem atualmente alguns processos de jogadores, algo em torno de 30 atletas, Fabão, Lenílson ,Arouca, Zé Luís, Joílson, Dagoberto, Ramalho, Junior Cesar, Renato Silva, Diego Tardelli, Richarlyson, Josué, Alex Dias, Ed Carlos e Washington são alguns casos.
Um levantamento aponta que o valores pedidos na justiça sejam de mais de 10 milhões de reais, um valor que pode até não ser considerado tão absurdo para o futebol, mas com as dificuldades que os clubes tem para contratar jogadores de qualidade, esse artifício encarece ainda mais valores que com certeza chegam de alguma forma ao torcedor.

Os casos mais recentes são o de Richarlyson e Borges, o volante atuou por cinco anos com o manto, e pede a módica quantia de R$ 4 milhões, Borges não teve o valor do processo divulgado, mas ambos perderam na justiça, e recorreram.
Carlos Ambiel, advogado do São Paulo, afirmou que o clube tem levado vantagem nos processos, mas dois atletas estão quase vencendo nos tribunais.
Lenílson e Fabão são os mais próximos de vencer, o meia pede R$ 1,1 milhão, enquanto o zagueiro exige R$ 1,5 milhão.



Você Tricolor o que acha do direito de arena?

Ganso: de Maestro à Ladrão

(Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

Quando chegou ao São Paulo, no fim de 2012, Paulo Henrique Ganso era tido por muitos como a solução para o meio campo do Tricolor. Desempenharia a função de meia criativo da equipe conduzindo como um maestro faz com sua orquestra. Inicialmente foram meses de recuperação física, e quando começou a jogar, em um primeiro instante era substituto de Jadson, mas aos poucos vem mostrando que pode jogar junto e, nas últimas partidas vem arrancando elogios do técnico por causa de sua obediência tática e, principalmente, ajuda na marcação. 

"Sobre o Ganso, a quantidade de bola que ele roubou sem fazer faltas foi muito grande. Isso tem que ser realçado", disse Autuori se referindo à partida contra o Botafogo, onde o camisa 8 fez 11 desarmes em roubadas de bolas.

Àquele que chegou para ser o maestro, tem se mostrado o ladrão, já que dentre os atletas que não têm a marcação como principal função, ele foi quem mais combateu na equipe. Fabrício e Wellington, volantes, desarmaram seis e 11 vezes, respectivamente. Além do bom número de desarmes, Ganso foi o jogador mais procurado pelos companheiros ao lado de Lucas Evangelista. Ambos receberam 31 bolas e participaram mais do jogo do que Jadson, o terceiro meia escalado por Autuori e que recebeu 20 vezes a bola.

Contudo, a principal dificuldade do Ganso ainda é a finalização. Contra o botafogo não chutou nenhuma bola ao gol, já Lucas evangelista chutou quatro vezes e Jadson duas vezes. Quando jogava no Santos, ele fazia bastante gols e, tinha como ponto forte chegar de surpresa por trás da defesa arrematando com habilidade e velocidade.

Na partida de amanhã contra o Náutico, Ganso não jogará ao lado de Jadson, já que o meia cumpre suspensão pro ter recebido o terceiro cartão amarelo. Em compensação, poderá servir os atacantes titulares Aloísio e Luis Fabiano, que voltam após cumprir suspensão. Mas sem esquecer, é claro, de ajudar na marcação quando a equipe perder a posse de bola.

Welliton estréia bem, mas desfalca o São Paulo

Welliton estreou pelo São Paulo neste domingo (Foto: Rubens Chiri / Site oficial do São Paulo FC)

Welliton estreou bem pelo São Paulo e mostrou que, bem condicionado fisicamente e com entrosamento junto aos colegas, poderá fazer a diferença no setor ofensivo do Tricolor. No empate diante do Botafogo, ele entrou no decorrer do segundo tempo, substituindo Osvaldo e, faltou pouco para fazer seu primeiro gol, onde em arrancada, invadiu a área e, quando se preparava para finalizar, foi travado pelo zagueiro Dória. Na queda, bateu o ombro esquerdo no gramado e foi atendido pelo médico da equipe.

Após o jogo no Maracanã, Welliton retornou à São Paulo (o restante da equipe viaja para Recife) para avaliar a gravidade da lesão, mas principalmente, para aprimorar a parte física, como já estava previsto. Ele não joga uma partida inteira há mais de dois meses, quando ainda atuava pelo Grêmio e, por essa razão, ainda precisa de melhor condicionamento já que é um atleta que corre muito.

Welliton estreou pelo São Paulo neste domingo, contra o Botafogo, no Maracanã, mas já virou problema para o departamento médico. O jogador terminou a partida com um problema no ombro esquerdo e precisará ser avaliado pelo corpo clínico do Tricolor.

“Ele é um jogador de potência e velocidade. Infelizmente, esse problema no ombro o limitou um pouco. O Welliton não está preparado para atuar todo o jogo”, disse o técnico Paulo Autuori.

Depois de duas semanas inteiras em treinamento, jogando só aos domingos, Autuori agora terá que usar várias peças do elenco para manter a equipe na crescente que vem apresentando. Com quatro partidas em oito dias, o técnico terá que, muitas vezes, modificar a equipe que considera ideal e, para a partida desta terça (03) contará com o retornos dos atacantes Aloísio e Luis Fabiano, que cumpriram suspensão automática.

Rogério critica CBF e diretoria do SPFC

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

Rogério Ceni, mais comedido que Paulo Autuori, gostou do desempenho da equipe, mas não saiu satisfeito já que a equipe ainda caiu uma posição na tabela, onde soma 15 pontos e amarga a vice lanterna do Campeonato Brasileiro. Quando perguntado sobre a maratona de jogos que enfrentará nos próximos dias, o capitão não economizou palavras e foi duro ao criticar a Confederação Brasileira de Futebol.

“A CBF parece não ser uma entidade muito preocupada com os clubes, mas nós também temos a nossa parcela de culpa”, admitiu em alusão à excursão internacional realizada pelo Tricolor com aval da entidade que até adiantou algumas partidas.

O descontentamento de Rogério se dá em razão do calendário apertado do time nos próximos dias. Domingo emaptou com o Botafogo no Maracanã, na terça, o Tricolor encara o Náutico, no Recife, na quinta pega o Criciúma no Morumbi e no domingo enfrenta o Coritiba, no Couto Pereira, realizando quatro partidas em apenas oito dias.

Rogério Ceni ainda criticou a CBF e a própria diretoria que, na época da excursão, tinha Adalberto Baptista como diretor de futebol e, foi o responsável por fechar a participação do São Paulo Na Copa Audi, contra Bayern de Munique (ALE) e Milan (ITA) e, posteriormente a participação na Copa Eusébio contra o Benfica (POR).

“A CBF não teve boa vontade, mas nós também viajamos e não podemos ficar reclamando de tudo. Foi uma loucura o que fizemos. Sendo líder ou lanterna do campeonato, não se pode fazer essa loucura de exposição física de quatro jogos em uma semana. Se a CBF não mostra boa vontade, mas nós pecamos também. Foi erro dos dois lados”, finalizou o capitão.

Autuori satisfeito acredita na recuperação imediata

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

Visivelmente satisfeito com o empate diante do Botafogo, em partida realizada neste domingo (01) no Maracanã, Paulo Autuori elogiou a postura da equipe em campo que, diante de um dos aspirantes ao título se portou bem e, almeja sair rapidamente da zona de rebaixamento.  

“Não estou preocupado com isso (vice-lanterna) pelo que estamos fazendo em campo. A equipe está crescendo. Historicamente, as equipes não conseguem manter o nível, e o São Paulo cresce no segundo turno do Brasileiro. Não é uma receita de bolo, mas estamos dando sinais de que vamos sair dessa situação rapidamente. Esperamos o fim dessa semana para estar em outra situação e aí pensar em outras coisas”.

Mesmo jogando defensivamente e, explorando somente os contra-ataques, para Autuori a equipe correspondeu ao treinamento e manteve a organização tática, algo incomum para equipe desesperadas em sair da zona de degola.

“Uma equipe que está no desespero fica desorganizada dentro de campo. O São Paulo entra em campo sabendo o que fazer. Existe a realidade que é a tabela. Se olharmos para ela, esqueceremos de trabalhar. Era para o São Paulo estar desesperado, mas você não vê isso. É uma equipe consciente”.

O São Paulo iniciou no Rio de Janeiro sua maratona de quatro partidas em apensa oito dias, e nesta terça (03) enfrenta o Náutico, às 21h, na Arena Pernambuco. Na quinta recebe o Criciúma, às 21h, no Morumbi. E no domingo (08) vai ao Paraná jogar contra o Coritiba.

domingo, 1 de setembro de 2013

Kaká no São Paulo

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)

O desejo de Kaká de deixar o Real Madrid animou bastante a diretoria do São Paulo. Por enquanto, não há proposta para o meio-campista retornar ao clube, mas o presidente Juvenal Juvêncio, a cúpula do futebol e o departamento de marketing estão acompanhando de perto os próximos passos dados por ele na Europa. Pesa contra competir com os altos salários pagos no Velho Continente.

O fim de semana será decisivo para determinar a postura adotada pelo Tricolor. Caso Kaká não encontre um novo clube até o fechamento da janela de transferências na Espanha, segunda-feira, os são-paulinos começarão a agir para viabilizar a negociação. O retorno, porém, só poderia acontecer a partir de janeiro, já que os clubes brasileiros não podem mais contratar atletas vindos do exterior nesta temporada.

- É óbvio que temos total interesse que ele volte a jogar aqui no futuro. Ele tem um grande ambiente, mostrou sua qualidade, e a torcida tem um respeito muito grande por ele. O Kaká foi formado no social do São Paulo, está conosco desde garotinho. Vamos ver - disse o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes.

O maior obstáculo para os dirigentes será o acerto financeiro pela concorrência com outros times europeus, além de centros abonados, como os Estados Unidos e o Oriente Médio. Kaká teria de abrir mão de parte dos vencimentos para se adequar à política salarial do Tricolor. Historicamente, o São Paulo é visto por jogadores e empresários como um clube “pão duro” por não fazer loucuras para se reforçar. Por outro lado, o Real Madrid cogita liberar o jogador de graça, o que facilitaria muito para o Tricolor.

(Foto: Reprodução / jblog.com.br)

A solução está em buscar parceiros que possam custear parte do dinheiro. O São Paulo conseguiu atrair investidores para contratar o zagueiro Lúcio e o centroavante Luis Fabiano. Com o atacante, porém, a parceria não está dando certo. Os grupos responsáveis por pagar uma porcentagem dos salários do Fabuloso atrasaram as cotas, e o Tricolor acabou assumindo a dívida com o atleta.

- Temos clareza que a questão financeira nos distancia muito dessa possibilidade. As remunerações são muito elevadas. Se essa questão puder ser contornada, sem dúvida que temos interesse no Kaká - ressaltou Lopes.

A boa relação do jogador com os são-paulinos é o ponto positivo para um possível retorno. Kaká tem amizade com vários integrantes da diretoria e de outros funcionários do clube. Alguns deles já entraram em contato com o jogador para saber o que ele pretende fazer.

Segundo a imprensa europeia, o destino do meio-campista deve ser o Milan, clube em que viveu o melhor momento como profissional. O acerto precisa ser rápido. Se não for, o Morumbi está aberto para a volta de um de seus filhos mais ilustres.




Fonte: Globoesporte.com

Novo Xerife Tricolor será titular


Antonio Carlos deverá ser titular contra o Botafogo
(Foto: Site oficial do São Paulo FC)

O técnico Paulo Autuori não confirmou, mas deu todas as pistas de que Antônio Carlos venceu a disputa com Rafael Toloi por uma vaga na zaga do São Paulo no jogo contra o Botafogo, domingo, no Rio. Após o treino desta sexta-feira pela manhã, no CT da Barra Funda, o treinador confirmou também as entradas de Osvaldo e Lucas Evangelista nas vagas de Luis Fabiano, suspenso, e Ademilson, com uma lesão no tornozelo direito.

- O Antônio conhece bem o adversário e tem muita experiência. Existe a chance de ele começar a partida, sim. Muita (chance), não é pouca, não - afirmou o comandante.

Esta será a primeira partida de Antônio Carlos como titular no novo clube. Contratado do Botafogo há duas semanas, ele estreou no segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, no último domingo, no Morumbi. Toloi, que vem alternando boas e más atuações no Campeonato Brasileiro, ficará como opção. Assim, o volante Rodrigo Caio segue improvisado na função.

- O Toloi está treinando muito bem. O que passo para o grupo é que nos dias de hoje não dá para ficar preocupado só com aqueles que começam o jogo. Quero que uma pequena vitória de um deles seja uma vitória do coletivo. Não vou deixar ninguém se abater - ressaltou.

No ataque, mais duas alterações. Osvaldo assume a vaga de Luis Fabiano, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Já o garoto Lucas Evangelista fica com o lugar de Ademilson, lesionado. Aloísio, que seria o reserva imediato, também foi punido com a terceira advertência no fim de semana.

O Tricolor atuará no esquema 4-2-3-1. Lucas ficará aberto pelo lado direito, com Ganso centralizado e Jadson pela esquerda na linha que antecede o ataque. Osvaldo será um pivô com liberdade de movimentação para a chegada dos meio-campistas.

A formação é a seguinte: Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Reinaldo; Wellington, Fabrício, Jadson, Ganso e Lucas Evangelista; Osvaldo.

Fonte: Globoesporte.com

São Paulo Campeão da Copa do Brasil

(Foto: Arte/SPFC24horas/RC Eterno)

Foi uma atuação sem o brilho dos outros jogos, mas consistente. E o São Paulo venceu de novo o Flamengo, na partida de volta da final, e sagrou-se campeão da primeira Copa do Brasil Sub-17. Fez 3 a 1 na noite deste sábado no Moacyrzão, em Macaé (RJ), depois de ganhar por 2 a 0 no Morumbi. Os rubro-negros até saíram na frente, com gol do zagueiro Wellington, mas os tricolores empataram três minutos depois, com Ewandro, e marcaram outros dois já no fim do jogo, com Felipe Araruna e Luiz Araújo. Todos os gols saíram na etapa final.
Jogadores do São Paulo comemoram um dos gols em Macaé (Foto: site oficial do São Paulo FC)

Comandando por Caio Rangel, o Fla tomou a iniciativa e teve o domínio da partida na maior parte do tempo, mas não conseguiu transformar sua superioridade em gols. Bem armado, o São Paulo soube esperar o momento certo e, com o desespero do time carioca por marcar gols e a velocidade de Ewandro, conseguiu a vitória já nos minutos finais.

Flamengo domina, mas peca nas finalizações

Precisando inverter a vantagem do São Paulo, o Flamengo começou o jogo pressionando. O ritmo forte, imprimido principalmente pelo meia Caio Rangel, porém, não foi revertido em boas jogadas. A primeira chance clara de gol apareceu somente aos 16 minutos. Cafu arriscou de longe, e Eder realizou grande defesa. No rebote, o ataque do Fla ia marcando, mas o bandeirinha sinalizou o impedimento.

A resposta do Tricolor veio dois minutos depois. Ewandro recebeu belo lançamento de trivela, arrancou em velocidade, mas, na hora finalização, pegou muito mal e isolou a bola. Após a primeira metade da etapa inicial, o jogo ficou mais pegado. Alguns lances duros foram protagonizados por jogadores das duas equipes, e quatro amarelos, distribuídos.

Os times até criavam, mas esbarravam nas fracas finalizações. Somente aos 42 minutos um novo lance de perigo aconteceu. Cafu cobrou falta venenosa, a bola passou por todo mundo e quase enganou o goleiro Eder. A jogada animou o Fla, que seguiu pressionando até o fim do primeiro tempo, mas não conseguiu transformar seu domínio em gols.

São Paulo aproveita o desespero carioca e mata a partida

Assim como no primeiro tempo, o Flamengo pressionou o Tricolor nos minutos iniciais. E, de tanto insistir, abriu o placar aos 21 minutos. Após cobrança de escanteio, a zaga do São Paulo afastou mal, e a bola sobrou para Wellington, que fuzilou para o gol e colocou os cariocas na frente. Porém, a vantagem não durou muito tempo. Aos 24, Ewandro roubou bola de Lincoln no meio de campo - o zagueiro era o último homem - e deixou tudo igual em Macaé.

O gol foi uma ducha de água fria nas ambições rubro-negras. O Fla até continuou tentando, mas precisava de mais três gols para ser campeão. E viu o São Paulo bem fechado, administrando o resultado, até conseguir virar o jogo aos 42 minutos. Felipe Araruana arriscou de fora da área e acertou no cantinho, sem chances para o goleiro Thiago. Nos acréscimos, ainda deu tempo de fazer o terceiro. Luiz Araújo, que entrou no lugar do atacante João Paulo, recebeu boa bola na direita, limpou o goleiro e chutou no alto para dar números finais à partida. A essa altura, os jogadores são-paulinos já comemoravam o título na beira do gramado.

A trajetória do Flamengo na competição foi uma das mais complicadas. Passou por Avaí, Internacional, Corinthians e Ponte Preta, até perder para o São Paulo na final. Já o Tricolor eliminou Criciúma, Sport, Coritiba, Fluminense e o próprio Rubro-Negro para se tornar o primeiro time campeão da Copa do Brasil Sub-17.

O Flamengo, comandando pelo técnico Celso Martins, jogou com Thiago, Ronaldo, Wellington, Lincoln e Victor; Daniel, Herson e Caio Rangel; Michel, Felipe Vizu e Cafu.

O São Paulo do treinador Menta atuou com Eder, Auro, Lucas Silva, Lucas Kal e Gabriel Machado; Gustavo Hebling, Felipe Aruna, Matheus Queiroz e Gabriel Boschilia; Ewandro e João Paulo.




Fonte: Globoesporte.com

Chegou a hora da maratona

(Foto: Divulgação / saopaulofc.net)


O São Paulo ainda aparece entre os quatro piores, mas o técnico Paulo Autuori começa a sonhar com dias melhores no Campeonato Brasileiro. Depois da vitória sobre o Fluminense e da melhora de rendimento da equipe, o treinador acredita que a maratona de jogos que fechará o primeiro turno na próxima semana vai determinar o futuro do clube na competição.

- Essa semana vai direcionar muito aonde podemos chegar. Acho que temos condições de passar por essa semana difícil, de fazer um segundo turno de muita qualidade e de bom rendimento.

Com 14 pontos, em 18º lugar, o Tricolor vai enfrentar em um curto espaço de tempo times que brigam pelas primeiras posições e outros que lutam para também sair da degola. Neste domingo, o adversário é o vice-líder Botafogo, às 16h, no Maracanã.

Em seguida, pega o lanterna Náutico, terça-feira, às 21h, na Arena Pernambuco, no Recife. Na quinta, encara o Criciúma, às 21h, no Morumbi, e fecha a série diante do Coritiba, no domingo seguinte, às 16h, no Couto Pereira.

- Estamos preparados. Tentamos aproveitar o período de treinamentos da melhor maneira possível. A equipe está trabalhando muito bem. Logicamente, ela ganhou confiança depois da vitória, e isso se reflete na execução das jogadas e nos treinos – ressaltou.

Apesar da confiança, Autuori voltou a reclamar do calendário do futebol brasileiro. O São Paulo teve mudanças na tabela de jogos em virtude da excursão que fez por Alemanha, Portugal e Japão no início do mês. O clube ainda tentou mudar novamente as datas, mas não foi atendido pela CBF.

- Tudo na vida tem o lado positivo e negativo. Pode ser uma coisa boa. O que está errado é o calendário. Isso tem de ser falado todo dia. É ruim para todo mundo, vulgariza o futebol se você jogar toda hora. É impossível manter um nível de intensidade.

Fonte: Globoesporte.com